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19/04/2017

Aumento?

Aumento?
A Prefeitura de Araraquara vai realizar uma reunião nesta quinta-feira (20) entre a Secretaria de Gestão e Finanças, Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação, Secretaria de Planejamento e Participação Popular e o RH, para debater as reivindicações do Sismar e dos servidores.

Painel publicitário
O Núcleo dos Profissionais de Propaganda de Araraquara (PRÓ) promove, no dia 25 de abril, o Painel PRÓ de Negócios com o tema “Oportunidades no Cenário Atual da Propaganda”. O evento terá a participação de especialistas em marketing que farão um bate-papo com profissionais da cidade sobre os desafios do mercado publicitário. O encontro será realizado das 9h às 11h30 no auditório do Sincomercio, na região central.

Lula lá
Se as eleições presidenciais fossem hoje, o ex-presidente Lula seria eleito em primeiro turno em todos os cenários pesquisados, de acordo com pesquisa CUT/Vox Populi, realizada entre os dias 6 e 10 de abril.
Lula tem de 44% a 45% dos votos válidos contra 32% a 35% da soma dos adversários nos três cenários da pesquisa estimulada. São os votos válidos, excluídos os nulos, em branco e abstenções, que valem para definir o resultado das eleições.
Na comparação com Aécio (13% em dezembro e 9% em abril), Lula subiu de 37% em dezembro para 44% em abril. Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu de 7% para 11% das intenções de voto. Marina se manteve com 10% e Ciro Gomes (PDT-CE) os mesmos 4%. A soma dos adversários é de 34% dos votos válidos, os únicos contabilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Já nas simulações de segundo turno, Lula também vence todos os candidatos. Se as eleições fossem hoje, Lula venceria Aécio Neves (PSDB-MG) por 50% a 17% das intenções de voto; Geraldo Alckmin (PSDB-SP) por 51% a 17%; Marina Silva (Rede-AC) por 49% a 19%; e João Doria (PSDB-SP) por 53% a 16%.
A pesquisa CUT-VOX POPULI entrevistou 2.000 pessoas, em 118 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Polícia protesta
Um grupo de manifestantes contrários à reforma da Previdência tentou invadir ontem (18) a Câmara de Deputados. Os manifestantes, em sua maioria policiais civis, chegaram a passar pela chapelaria, entrada principal da Câmara que dá acesso aos salões Negro e Verde. Eles quebraram parte dos vidros da portaria principal da Câmara, mas foram contidos pela Polícia Legislativa, que formou uma barreira de segurança e reagiu com bombas de gás lacrimogêneo.

O protesto foi organizado pela União de Policias do Brasil (UPB), que pretendia protocolar um pedido de retirada dos policiais da proposta de reforma do governo. O texto original da reforma da Previdência encaminhado pelo governo previa o fim da aposentadoria especial para a categoria.

Derrota
O plenário da Câmara dos Deputados derrotou na noite dessa terça-feira (18), o governo ao rejeitar um requerimento assinado por 13 líderes partidários pedindo regime de urgência para apreciação do projeto da reforma trabalhista. A manobra daria celeridade à tramitação da proposta, mas não alcançou o número necessário para ser aprovada. Foram 230 votos a favor, 163 contrários e uma abstenção.
A votação foi comemorada pela oposição, que se articulou e aproveitou que menos de 400 deputados estavam presentes na sessão. “Com a Previdência também será assim”, avisou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS). “O governo Temer registrou uma grande derrota”, celebrou Afonso Florence (PT-BA).

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