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05/06/2017

Diretas já


Diretas já
85% dos brasileiros querem que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) casse Temer por irregularidades cometidas durante a campanha presidencial dele e de Dilma Rousseff, mostra pesquisa CUT/Vox Populi, realizada entre os dias 2 e 4 de junho. Apenas 8% são contrários à cassação. O TSE inicia hoje (6) o julgamento da chapa Dilma-Temer, que pode decidir pela cassação.
Em caso de cassação ou renúncia, 89% querem eleições diretas para substituir Temer.
A avaliação negativa de Temer é unânime em todas as regiões do Brasil independentemente da classe social, idade e gênero, comprova pesquisa CUT/Vox realizada em 118 municípios do Brasil de todos os Estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.
Segundo a pesquisa, 75% dos brasileiros avaliam negativamente o desempenho de Temer como presidente. Para 20%, ele é regular e para apenas 3%, positivo. No Nordeste, o desempenho negativo atinge 83%, no Centro Oeste/Norte 74%, no Sudeste 73% e no Sul 68%.

24 horas
A Polícia Federal entregou ao advogado do presidente Michel Temer um questionário com 84 perguntas sobre o inquérito em andamento no STF (Supremo Tribunal
Federal). O presidente tem 24 horas para responder e tem o direito de ficar em silêncio – o prazo teve início às 16h30 dessa segunda (5). O horário de devolução das perguntas será perto do início da retomada do julgamento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os ministros vão decidir a partir de hoje , 19h, se vão cassar a chapa presidencial de 2014, formada por Dilma Rousseff/­Michel Temer, o que pode levar ao afastamento do presidente. De acordo com investigadores, a maioria das perguntas é referente ao áudio gravado secretamente pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, em 7 de março. Temer é
investigado por suspeita de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de Justiça. Em seu inquérito também está o ex­-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso no último sábado por determinação do ministro Edson Fachin.

Mais 80 milhões
A Procuradoria da República do Distrito Federal instaurou inquérito para investigar o suposto repasse de US$ 80 milhões do Grupo J&F para os ex­- presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do Partido dos Trabalhadores. A investigação é um desdobramento do acordo de colaboração premiada firmado pela Procuradoria ­Geral da República e executivos do Grupo J&F, dono da JBS. O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) foi instaurado pelo procurador Ivan Marx porque o desmembramento promovido pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), baseou-­se na conexão dos fatos narrados pelos delatores com a Operação Bullish. Deflagrada em 12 de maio, a operação mirou os aportes bilionários do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) nas empresas do Grupo J&F. Na delação, Joesley Batista narrou que, em 2009, foi criada uma conta para receber os repasses relacionados a Lula e, no ano seguinte, outra foi aberta para envio de valores relacionados a Dilma. O empresário revelou que, em dezembro daquele ano, o BNDES adquiriu de debêntures da JBS, convertidas em ações, no valor de US$ 2 bilhões, ‘para apoio do plano de expansão’.

Atlas da Violência
As armas de fogo são "personagem central" nos números sobre homicídios no Brasil, afirmou ontem (5) o pesquisador Daniel Cerqueira, durante o lançamento do Atlas da Violência 2017. No estudo, o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública analisam dados de 2015 e informam que 71,9% dos 59 mil homicídios registrados no país naquele ano foram cometidos com armas de fogo.
"O personagem central desse enredo é a arma de fogo", disse Cerqueira. Ele acrescentou que armas de fogo estão relacionadas a acidentes domésticos, suicídios e crimes decorrentes de conflitos interpessoais. "Existe uma ideia de que o cidadão angustiado com a violência vai se armar e ficar mais seguro, mas é ledo engano. A arma de fogo dentro de casa contribui para aumentar as probabilidades de alguém sofrer homicídio dentro daquela residência."

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