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15/06/2017

Patrocínio

Patrocínio
O grupo J&F, que controla a JBS, gastou nos últimos dois anos R$ 2,1 milhões em patrocínio de eventos do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), que tem como sócio o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Ao ser questionado sobre o assunto, o instituto disse que devolveu R$ 650 mil deste total no dia 29 de maio, após a revelação do acordo de delação premiada de executivos da empresa. Ele também vende gado e advoga para a JBS.

Na China
Pivô da maior crise política envolvendo o governo Temer, o empresário Joesley Batista está no Brasil desde o último domingo. Após fechar delação premiada, ele se refugiou na China. Em nota, a assessoria do dono da J&F confirmou que ele não estava em Nova York como se pensava. Seu único destino até então foi a Ásia. Joesley cortou o cabelo curto para não ser reconhecido no retorno ao Brasil.

Operação Bullish
Na segunda-­feira, Joesley prestou na procuradoria da República no DF depoimento dentro da Operação Bullish, que investiga irregularidades em aportes do BNDES. O depoimento foi autorizado pelo juiz Ricardo Leite. Além dele, o executivo da JBS Ricardo Saud também foi ouvido na segunda. Os dois responderam a todas as perguntas. Saud também é delator. Os dois foram questionados sobre recursos repassados para as campanhas de Lula e Dilma Rousseff, que seriam provenientes do BNDES. Esse caso é investigado pela Bullish porque tem conexão com essa operação. Essa investigação, porém, não tem relação com a delação premiada que Joesley fechou com a PGR. Na colaboração, Joesley acusou Temer de receber propina da JBS. O empresário é dono da J&F, que controla a JBS. O Supremo Tribunal Federal (STF) instaurou inquérito contra Temer por suposto crime de corrupção, organização criminosa e obstrução à Justiça.

Aécio Neves
O ministro Ricardo Lewandowski é o relator de um dos seis inquéritos contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), após redistribuição feita a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele substituirá o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.
Nesse inquérito, Aécio é investigado junto com o senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), ex-governador de Minas Gerais, e o deputado federal Dimas Toledo (PP-MG) e o ex-deputado Pimenta da Veiga.
Todos são investigados por corrupção e lavagem de dinheiro, suspeitos de participar de um esquema para a receptação de R$ 6 milhões em doações ilegais para a campanha eleitoral dos envolvidos, em 2014.

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