Exposição “Arte e Artesanato Indígena”, na Casa da Cultura
Também hoje, foi aberta a exposição “Arte e Artesanato Indígena”, na Casa da Cultura Luiz Antônio Martinez Corrêa. Na segunda-feira (06), o Museu Histórico e Pedagógico Voluntários da Pátria lança a exposição “Arte Plumária Indígena Brasileira”. Depois, no dia 13, será aberta a terceira exposição: “Os Primeiros Habitantes da Morada do Sol”, no Mapa – Museu de Arqueologia e Paleontologia de Araraquara. Na próxima semana, de 06 a 09, o Ameríndia realiza atividades infantis, na Casa da Cultura, com exibição de vídeo-documentário e sessões de contação de histórias associadas aos mitos indígenas. A atividade será comandada pelo arte-educador Walde-Mar de Andrade e Silva. Serão quatro turmas por dia: 8h30, 10h00, 14h00 e 15h30. Após a contação, as crianças farão visita monitorada à mostra sobre arte e artesanato. Essa parte da programação é realizada em parceria com o Centro de Informação da Cultura Indígena de Embu das Artes. Informações e agendamento de escolas pelo telefone (16) 3322-4887.
Ameríndia
A Ameríndia tem se constituído num elo de ligação entre as diferentes demandas das sociedades indígenas, a universidade e a sociedade envolvente, nesse momento em que o governo federal publica uma lei que insere a temática indígena nos currículos escolares. Vale destacar que o Ameríndia faz parte do calendário oficial do município de Araraquara, o que caracteriza o reconhecimento público de sua importância e relevância, tanto no seu aspecto temático, quanto político e acadêmico. Por intermédio deste evento de extensão acadêmica, Araraquara vem se tornando uma referência nos debates, estudos, pesquisas e promoção da cultura indígena. Ameríndia é um evento que busca promover à educação, a pesquisa científica, a defesa do patrimônio arqueológico, a arte e cultura indígena e a defesa dos direitos humanos dos índios está de acordo com a postura ética de referidas empresas, e que possuem como preocupação e linha de atuação fundamental o apoio à preservação e difusão da cultura nacional e à formação de pessoas socialmente responsáveis. Fundação Araporã – A Fundação Araporã foi criada em 1998 por iniciativa de professores e alunos ligados à Faculdade de Ciências e Letras (UNESP/Araraquara) e também integrantes do CEIMAM (Centro de Estudos Indígenas “Miguel A. Menéndez), a partir de uma idéia lançada por Edna de Souza, professora e liderança indígena guarani, filha-herdeira de Marçal de Souza Tupã-i, assassinado em 1983 por defender os direitos indígenas no Brasil, cuja morte teve repercussão internacional. A Fundação Araporã tem como objetivo fundamental realizar e apoiar empreendimentos que visem à defesa dos direitos dos índios e das comunidades indígenas. Entre os vários objetivos da Fundação destaque para: ações que visem a. proteção da diversidade cultural; o estudo de ecossistemas habitados por índios e comunidades indígenas, tendo em vista seu desenvolvimento sustentável; o apoio ao registro e divulgação de forma sistematizada do conhecimento tradicional e assuntos de interesse das comunidades indígenas para o público em geral e, em especial, para as próprias comunidades indígenas; interação entre pessoas que desenvolvem ações de interesse dos índios e da comunidade indígena; desenvolvimento de recursos humanos da comunidade indígena, em todos os níveis, para atendimento dos objetivos anteriores – entre outros. Todos os trabalhos implementados pela Fundação são em parceria com o CEIMAM, tendo em vista eventos e ações de caráter social, cultural, acadêmico e de extensão universitária.
CEIMAM
O CEIMAM foi fundado em 1982 como Grupo de Estudos Indígenas, contando na época com a participação de professores e estudantes de graduação da Universidade Estadual Paulista. Posteriormente, institucionalizou-se como Centro de Estudos Indígenas “Miguel Angel Menéndez” – CEIMAM. O objetivo do CEIMAM é estudar a organização social dos povos indígenas da América do Sul, divulgar pelos meios de comunicação as questões relacionadas aos povos indígenas e apoiá-los em suas lutas por direitos, tais como terra, saúde, desenvolvimento sócio-ambiental, sustentabilidade e educação. Alunos de graduação em Ciências Sociais, Pedagogia, Economia e Letras da UNESP e que participaram das atividades do CEIMAM fizeram suas pós-graduações e seguiram carreira acadêmica, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão voltados para a temática indígena. Também, vários destes ex-alunos são hoje professores de escolas de ensino fundamental e médio da rede pública e particular e aplicam seus conhecimentos, adquiridos no envolvimento com o CEIMAM, em seus projetos pedagógicos voltados aos seus alunos.


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Artesanato indígena
Cada grupo ou tribo indígena tem seu próprio artesanato. Em geral, a tinta usada pelas tribos é totalmente natural, vinda de árvores ou de frutos. Os adornos e a arte plumária são outro importante trabalho indígena.
A grande maioria de tribos desenvolvem a cerâmica e a cestaria. Os cestos são, em sua maioria, feitos a partir de folhas de palmeiras e usados para guardar alimentos. Já na cerâmica, são produzidos vasos e panelas de barro modelado. Para a música, usada como passatempo ou em rituais sagrados, os índios desenvolveram flautas e chocalhos.
sei de toda a dificuldade que o museu esta passando e da desvalorização de todo esse trabalho pelos politicos em EMBU.porém gostaria muito que as portas do museu fossem abertas as escolas para difusão do trabalho maravilhoso que e feito aí.entendo que essa tacha se torna pouco diante das dificuldades atuais mas esse valor para as escolas se torna um obstáculo para que se abra os olhos dos alunos e mostre quem são os verdadeiros donos da terra.
Olá, CEIMAM.
Gostaria de saber se mantém página de internet do Centro pois sou professora na Bahia e procuro centros de estudos indígenas no Brasil para fins de ensino básico.
Agradeço.
eu amei tudo
eU GOSTARIA DE SABER QUAL E A ARTTE DO INDIGENAS….
nossa eu gostaria muito saber sobre a ARTE INDIGENA
eu queria saber o que e a arte índigena e não que voces abriram uma casa cultural indigena…. sacô!!!!!